Fig. 12 – Número de Ocorrências Catalogadas no Ano de 1999
Nota: Análise feita a partir da Hora de inicio da Ocorrência
Fig.
13 – Número de Ocorrências Catalogadas por Mês no Ano
de 1999
Nota: Análise feita a partir da Hora de inicio da Ocorrência
Fig. 14- Número de Ocorrências por Dia de Semana durante o Ano de 1999
Nota: Análise feita a partir da Hora de inicio da Ocorrência
Fig. 15- Número de Ocorrências por Hora durante o Ano de 1999
Nota: Análise feita a partir da Hora de inicio da Ocorrência
Fig. 16- Número de Ocorrências por Hora durante o Ano de 1999 (ampliado na parte central)
Nota: Análise feita a partir
da Hora de inicio da Ocorrência
A sequência de analises agora apresentada permite ter uma ideia sobre que quantidade e em que momento chega que tipo de informação ao Centro de Situação do SNPC. A partir destes dados será por exemplo possível especializar chefes de sala e privilegiar a sua permanência na sala de operações em determinados momentos ou períodos, ou mesmo avaliar a hora do briefing diário e suas consequências.
È de realçar que as análises
agora feitas não esgotam de maneira nenhuma a gama de análises
que se podem fazer.
Análise Espacial por Distrito de Frequência de Ocorrência:
Fig. 17 – Número de Ocorrências por Distrito
A representação da repartição
das ocorrências no espaço é de estrema importância
pois pode esclarecer quais as prioridades em termos de definição
da rede. È clara que existem dois pólos em termos de informação:
o litoral acima de Setúbal e o Interior. Neste interior á
que definir o norte e o sul onde a grande diferença se faz através
do número das ocorrências. Na separação interior
e litoral há que olhar ainda para o tipo de ocorrências e
lembrar que o interior gera um volume de informação elevado
e concentrado no tempo enquanto que o litoral gera informação
duma maneira mais continua ao longo do tempo, mas de diferentes tipos.
Assim há que preparar o sistema para picos de informação
e preparar os operadores para esses cenários.