Dada a complexidade das situações que
podem surgir, foi desenvolvido uma estrutura flexível de base de
dados de modo a permitir que em qualquer momento exista a possibilidade
de a alterar sem que isto tenha implicações no funcionamento
dos diversos módulos desenvolvidos.
Para estruturar toda a informação que chega, em grande parte dos diversos CCOs, foi necessário estabelecer uma estrutura que assenta nos seguintes conceitos:
Ocorrência: A ocorrência é o acontecimento em si, e que pode ter uma classificação, que na data em que foi feito este manual, se estrutura em 10 tipos fundamentais de operações:
- Acidentes
- Emergências
- Estradas
- Fogos florestais
- Incêndios
- Internacional
- Inundações
- Rotina
- Sismo
- Tempestade
Assim, as operações são a forma como se agrupam as ocorrências que apresentam um determinado denominador comum.
Identificação da ocorrência: a ocorrência é identificada por um número composto em que a primeira parte representa o código INE (respeitante ao distrito e concelho) e a segunda parte é apenas uma sucessão numérica das diferentes ocorrências que vão sendo criadas. É tambem identificada através das suas coordenadas, pelo nome do Distrito, Concelho, e Local. É ainda identificada pela data e hora de inicio, e, data e hora de alerta, e ainda, pela sua tipificação.
Importante é reter que uma ocorrência não pode existir sem identificação do local onde ocorre ou decorreu, identificando-se esse local pelas coordenadas apenas de um ponto.
Situação: Não é mais que os diversos pontos de situação que vão surgindo ao longo do período em que decorre a ocorrência. Estes são sempre identificados por uma data e hora.
Cada ocorrência apresenta sempre, pelo menos, uma situacão.
Finda uma ocorrência, esta deve ser sempre
fechada, para ficar no historial de ocorrências (base de dados do
SNPC).